sábado, 27 de agosto de 2011

Formiga Fantasma ( Tapinoma Melanocephalum)



Como acabar com a infestação de formiga Fantasma?

Boa pergunta! Vou relata a minha experiência para que sirva de ajuda para quem deseja acabar ou minimisar a infestação.

Em Julho de 2010 minha geladeira apresentou um problema,  chamei um técnico que identificou o problema, era um componente eletrônico que queimou e para a minha surpesa o problema foi causado pelas formigas fantasmas que causou um curto circuito, fiquei irritadicimo com a situação e resolvi comprar a guerra contra as pequeninas, pesquisei sobre o assunto o que me fez tornar um admirador das formigas (menos as fantasma que para mim são pragas)


Solução

Após pesquisar muito achei uma possível solução, um inseticida orgânico chamado inset  ele tem xarope de maçã e óleo de neem etc, as formigas fantasmas são atraidas pelo cheiro docê do xarope da maçã, é só borrifar nos cantos da casa e próximo de onde elas estão andando, e também nas portas e janelas.
Até minhas rainhas ja sofreram ataques das fantasmas, em um epsódio desses quase perdi todas minhas rainhas.

Você deve estar se perguntando por que um blog de promove a criação de formigas esta ensinando como acabar com formigas, simplesmente porque as fantasmas são uma praga que contaminam os alimentos, queimam aparelhos eletrônicos e estressa vê-las andando pela casa.

Reprodução

Elas são Poligínica ( tem varias rainhas na mesma colônia o que faz o formigueiro crescer rápidamente) e se reproduzem por fragmentação, uma rainha migra da colônia juntamente com suas crias para outro lugar e fundando outra colônia, se alimentan de alimentos adocicados e fontes de proteínas, tais como carne, peixe e frango (observado na minha residência), são muito pequenas e uma colher suja de leite com achocolatado pode alimentar uma colônia inteira.



Medidas para acabar com a infestação

As formigas precisam de dois elementos para sobreviverem, alimento e água, então temos que eliminar as duas fontes, procure manter a louça limpa, principalmente de alimentos adocicados, deixe a pia, tanque, copos e similares limpos e secos. Elas são pequenas e preferem ficar perto dessas duas fontes para não terem que se deslocar muito.



Após essas medidas aplique o inseticida inset, principalmente na cozinha, e quando elas estiverem fazendo aquele trilha, aplique o inseticida na trilha, elas vão adorar  o docinha.


Espero ter ajudado, boa sorte e não esqueça que é uma luta constante, elas são muito insistente, você acaba com elas mas acabam voltando.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A utilização do Feromônio por intrusos

BIODIVERSIDADE NOS FORMIGUEIROS


Colônias de formigas lava-pés também albergam outras espécies de invertebrados, como besouros, lacraias, ácaros e até artrópodes que permaneciam desconhecidos. Os estranhos no ninho usam um ‘disfarce químico’ para passarem despercebidos.

As formigas lava-pés são muito agressivas e, a menor provocação, atacam com mordidas e ferroadas (foto: E. Fox).

As formigas lava-pés, também chamadas de formigas de fogo, são conhecidas pela dolorosa ferroada. Apesar da fama de agressivos, esses animais são capazes de conviver pacificamente com outros invertebrados dentro de seus próprios formigueiros.

A descoberta é de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, que encontraram em colônias uma vasta biodiversidade de organismos — muitos deles de espécies raras ou desconhecidas —, incluindo besouros, lacraias, ácaros, traças, moscas, percevejos, aranhas, cupins e até outras formigas.

Para não serem reconhecidos, é comum os inquilinos adotarem uma espécie de ‘disfarce químico’, usando ceras das formigas hospedeiras.

Segundo o biólogo Eduardo G. P. Fox, pesquisador do Laboratório de Entomologia Médica do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ, as formigas identificam companheiras de colônia pelo olfato. Elas captam os odores da cera que recobre o corpo desses insetos.

Ao habitarem as lixeiras e os cemitérios dos formigueiros, os inquilinos conseguem mimetizar esses odores, retirando hidrocarbonetos (compostos químicos que formam a cera) de restos de alimentos e cadáveres. “Observações nossas em laboratório mostram que essa estratégia é utilizada principalmente por algumas traças e besouros encontrados”, conta Fox.

Besouros são os inquilinos mais frequentes nos formigueiros das formigas lava-pés, onde são ignorados pelas hospedeiras (foto: E. Fox).

Parasitismo ou mutualismo

Por enquanto, foram inspecionados apenas formigueiros das espécies Solenopsis invicta e Solenopsis saevissima encontrados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas os pesquisadores já obtiveram indícios de que os mirmecófilos (os inquilinos) geralmente mantêm relações de parasitismo ou mutualismo com as donas do território.

Um exemplo é o achado, em conjunto com Eliana M. Cancello, do Museu de Zoologia da USP, de colônias de cupins pertencentes à subfamília Apicotermitinae. Como não há soldados entre esses indivíduos, a suspeita é que eles estejam usando as formigas para defesa.

Até agora, foram encontradas 24 espécies de artrópodes associados aos formigueiros, das quais cerca de 10 ainda eram desconhecidas pela ciência. Uma espécie de traça, recentemente descrita pelos pesquisadores, recebeu o nome de Allotrichotriura saevissima.

Os pesquisadores se surpreenderam ao encontrar percevejos escavadores nos formigueiros, insetos raros e pouco estudados (foto: H. Wisch).

Também foram descobertos um novo gênero de cupins e uma nova espécie de mosca sem asas. “Apesar de pouco explorados em estudos, os formigueiros têm muito a contribuir para a ampliação do conhecimento sobre a biodiversidade do Brasil”, ressalta Daniel R. Solis, da Unesp.

Comuns em todo o território nacional, os formigueiros de lava-pés, nome popular dado a aproximadamente 20 espécies do gênero Solenopsis, caracterizam-se pela aparência de montinhos de areia, geralmente encontrados em jardins de casas e beiras de estrada.

As formigas são avermelhadas e têm comprimento que varia de 2 mm a 1 cm. De acordo com estimativas da Unesp, dos cerca de 3.500 acidentes registrados por ano em clínicas de São Paulo com ferroadas de insetos, quase metade é causada por formigas lava-pés.


fonte:
http://diogobiotech.blogspot.com/2010/07/biodiversidade-nos-formigueiros.html

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Nascem os primeiro Tenébrio

Agora é aguardar e observar para ver se formou pelo menos uma casal.


 O pão alem de alimento virou também um abrigo



Esse aqui ou acabou de nascer ou esta morrendo, ele esta com os movimentos lentos



sábado, 20 de agosto de 2011

Camponotus retomando o crescimento da colônia

Após uma pausa para o inverno, as pupas comecaram a aparecer.


A Rainha pos muitos ovos, se tudo der certo logo a colônia estara bem populosa.



Conectei o formigario no tubo, mas elas não estão
demonstrando nenhum interesse, acho que terei que tomar um atitude mais drastica.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Trofalaxia



A larva não tem pernas e é alimentada pelas obreiras por um processo chamado trofalaxia, no qual a obreira regurgita alimentos por ela ingeridos e digeridos. Os adultos também distribuem alimento entre si por este processo.




Em zoologia, chama-se trofalaxia a um processo de alimentação em que um indivíduo transfere para outro o alimento que se encontra dentro do seu próprio tubo digestivo por regurgitação




Formigas Pote de Mel



As formigas-de-pote-de-mel tropicais tem uma despensa diferente: formigas-de-pote-de-mel vivas.
Essa extraordinária despensa é, na verdade, composta por formigas de um tipo especial, conhecidas como "cheias" que são uma importante parte da colônia.
Quando há muitos pulgões (animaizinhos que as formigas costumam criar), as formigas operárias alimentam à força as "cheias" com a substância adocicada — obtida dos pulgões e levadas para o ninho — até elas ficarem barrigudas e não conseguirem se mexer.
Depois, essas formigas são penduradas na parte superior do ninho, enfileiradas e, quando a comida torna-se escassa, as operárias batem nelas com suas antenas, estimulando-as a regurgitar a preciosa fonte de alimento (trofalaxia).

fonte

terça-feira, 16 de agosto de 2011

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A Cominicação das Formigas


Feromônio


As formigas se comunicam geralmente por uma química chamada feromonas, esses sinais de mensagens são mais desenvolvidos na espécie das formigas que em outros grupos de himenópteros. Como as formigas passam a vida em contato com o solo, elas deixam uma trilha de feromônio que pode ser seguida por outras formigas. Quando uma obreira encontra comida ela deixa um rastro no caminho de volta para a colônia, e esse é seguido por outras formigas que reforçam o rastro quando elas voltam à colônia. Quando o alimento acaba, as trilhas não são remarcados pelas formigas que voltam e o cheiro se dissipa. Esse comportamento ajuda as formigas a se adaptarem à mudanças em seu meio.



Quando um caminho estabelecido para uma fonte de comida é bloqueado por um novo obstáculo, as obreiras o deixam para explorar novas rotas. Se bem sucedida, a formiga retorna e marca um novo rastro para a rota mais curta. Trilhas bem sucedidas, são seguidas por mais formigas, e cada uma o reforça com mais feromônio (as formigas seguirão a rota mais fortemente marcada). A casa é sempre localizada por pontos de referência deixados na área e pela posição do sol; os olhos compostos das formigas têm células especializadas que detectam luz polarizada, usados para determinar direção. As formigas usam feromônio para outros propósitos também. Uma formiga esmagada emitirá um alarme de feromônio, o qual em alta concentração leva as formigas mais próximas a um furor de ataque; e em baixa concentração, as atrai. Para confundir inimigos, várias espécies de formigas também usam feromônios, que os fazem lutar entre eles mesmos


Como outros insetos, as formigas sentem o cheiro com longas e finas antenas. As antenas têm como cotovelos ligados ao primeiro segmento alongado; e visto que vêm em pares-como visão binocular ou equipamento de som estereofônico elas obtêm informações sobre direção e intensidade. Quando duas formigas se encontram, tocam as antenas e as feromonas que estiverem presentes fornecem informação sobre o estado de alimentação de cada uma, o que pode levar à trofalaxia, ou seja, uma delas regurgita a comida para a outra. A rainha produz uma feromona especial que indica às obreiras quando devem começar a criar novas rainhas.

Ácido Formico


As formigas geralmente atacam e defendem-se ferroando, por vezes injectando compostos químicos no animal atacado, em especial, o ácido fórmico



Formigário de capa de Cd e pet Transparente

Protótipo de Formigario


Usei cola instantânea e não gostei do resultado, o próximo vou usar cola quente!



O mais difícil é medir e cortar, montar é fácil.
lembre-se de fazer uma comunicação (buraco) entre as camaras.




Mega-colônia de formigas domina o mundo



Cientistas descobriram que uma única mega-colônia de formigas colonizou a maior parte do mundo. Formigas argentinas que vivem em grande número na Europa, Estados Unidos e no Japão pertencem à mesma colônia inter-relacionada, e se recusam a lutar umas contra as outras. Esta espécie de formigas, a Linepithema humile, era nativa da América do Sul, mas a ação humana levou as formigas a todos os continentes, exceto à Antártica.
A colônia pode ser a maior do seu tipo das espécies de insetos conhecidas, e podem até rivalizar com os humanos na escala de dominação mundial. Mais do que isso: os humanos estão, sem querer, ajudando a mega-colônia a se manter unida. As formigas argentinas são conhecidas por formar grandes colônias, e se tornam uma peste, atacando animais nativos e plantações.
Na Europa, as colônias da formiga argentina se estendem por aproximadamente 6 mil quilômetros na costa do Mediterrâneo, enquanto nos Estados Unidos elas se estendem por 900 quilômetros na costa da Califórnia, no oeste do país. Uma terceira colônia existe na costa oeste do Japão.
Enquanto as formigas são normalmente muito territorialistas, estas que vivem nas mega-colônias são muito tolerantes umas com as outras, mesmo quando vivem a dezenas ou centenas de quilômetros umas das outras. Pesquisadores no Japão e na Espanha, coordenados por Eiriki Sunamura, da Universidade de Tóquio, descobriram que as formigas argentinas que vivem na Europa, Japão e na Califórnia têm um perfil químico muito similar.
Outros exames revelaram a extensão da ambição global das formigas: os pesquisadores selecionaram formigas selvagens de várias colônias, e testaram quão agressivas elas seriam umas com as outras. Formigas de mega-colônias menores se mostraram agressivas com as outras, assim como as a cosa oeste do Japão com suas rivais de outra parte do país. Enquanto isso, aquelas da colônia européia não rivalizavam com formigas da colônia ibérica.


Uma grande família

Ignorando as rivalidades de outras espécies, quando as formigas das mega-colônias européias, californianas e japonesas entravam em contato umas com as outras, elas agiam como velhas conhecidas. Elas esfregavam as antenas umas com as outras, e não ficavam agressivas nem tentavam evitar as outras.
Basicamente, elas agiam como se pertencessem todas à mesma colônia, apesar de viver em continentes diferentes, separadas por vastos oceanos. A explicação mais plausível para isso é que as formigas destas três super-colônias são realmente uma família, geneticamente relacionadas, de acordo com os pesquisadores. Quando elas entram em contato, reconhecem umas as outras pela sua composição química.
“A enorme extensão desta população só pode ser comparada com a sociedade humana”, afirmam os pesquisadores. Curiosamente, são os humanos os maiores responsáveis pela criação e transporte desta mega-colônia de formigas pelo mundo, assegurando que elas se espalhem por todos os continentes. “Os humanos criaram esta enorme população de formigas não-agressivas”, dizem os estudiosos. [BBC]

Fonte



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Odontomachus no tubo

Mudei a Odontomachus para um tubo, ficou melhor para visualizar, mas para as fotos não foi bom.




Ela ja pos ovos e continua com suas asas

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Desenvolvimento de larva até o nascimento.

O  desenvolvimento da Camponotus ligniperdus,  como todas as formigas passam pelo estágio de pupa, também conhecido como pupação ou estágio pupal deste inseto especial,  à "completa metamorfose" ou "holometabolous" que antecede a fase adulta.
 Depois de seda tecida (casulo) para proteção da larva, ela para de comer vivendo em reservas, sujeito a inúmeras mudanças significativas, tanto interna como externamente.  
A larva (pré-pupa) não é completamente imóvel, mas move-se muito pouco. 
 
A série de fotos abaixo mostram "rapidamente" a mudança que ocorre normalmente no casulo de seda.  Nesta fase da vida do inseto acontece naturalmente durante vários dias, em ligniperdus Camponotus leva de 20 à 30 dias,  dependendo da temperatura em que a ninfa vai ser colocada.





  

 Expulsão do conteúdo intestinal, a larva se transforma em branco ....



O aparecimento de vários apêndices visíveis e outras feitas durante pupação (pernas, olhos, antenas, etc ...) é feito em poucas horas (muito rápido).
 Agora a formiga é facilmente reconhecido e será colorida como o passar dos dias.


Os olhos são os primeiros a se colorir




O tempo de desenvolvimento depende da temperatura e da estação.


 A formiga jovens ainda não está sem cor, a cutícula, membrana externa composta de quitina (polissacarídeo), irá endurecer em contato com o ar e se transforma ao longo do dia. Abaixo observamos claramente a diferença entre estes dois indivíduos. A Formiga à direita é a recém-nascida e mais clara que sua irmã  que é um pouco mais "envelhecido

 Fonte