segunda-feira, 30 de maio de 2011

Odontomachus ( Visão Geral do formigário temporário)

Visão Geral

Pesquisando na web achei essa foto e achei muito legal, um Odontomachus  de verdade!


Interessante que a colônia esta num formigário de gesso, eu achava que a espécie não se adptava ao gesso, vou pensar no assunto pois o gesso é melhor para visualizar a colônia.


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Odontomachus

A Odontomachus protegendo seus ovos
note que as presas estão prontas para atacar



Ta olhando o que?
ela não tem medo não!



Opa! de perfil


Agora com a mandibula fechada

Ela esta procurando um buraco para se proteger

O olho dela é bem saltado!


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Odontomachus na sua Morada

Odontomachus na sua toca com seus ovos

Acima da cabeça dela tem um ponto branco, isso são os ovos.

Ficou meio fosca as fotos mas é o pote e a terra roxa que impediu uma melhor visualização 


terça-feira, 24 de maio de 2011

Nova Morada

Anexei um porta CD e agora elas tem uma área de forragem para explorar.

Em breve irão para um formigário definitivo 

São quatro operárias no momento, a última que nasceu tem o abdome maior que as primieiras.

domingo, 22 de maio de 2011

A Revolução das Escravizadas

A Revolução


As escravizadoras: Protomognathus americanus (pretas, a maior é a rainha); e as escravizadas: Temnothorax longispinosus (menores e marrons).
Formigas, assim como os humanos, são capazes de escravizar. Algumas espécies fazem da captura e trabalho forçado um estilo de vida. Dotadas de mandíbulas fortes e especialistas em atacar outras, as operárias quase não cuidam da prole. Para conseguir mão-de-obra, a rainha da formiga Protomognathus americanus expulsa ou mata a rainha de outras espécies, e toma o formigueiro. Trata-se de um caso de parasitismo social. Muito comum em Brasília.

Para repor as escravas mortas, suas operárias invadem colônias de outras espécies, com a mesma estratégia de matar e conquistar. Elas levam os ovos e as pupas em desenvolvimento, e depois que as formigas dominadas nascem, passam a trabalhar para as escravizadoras. Na foto acima, as formiguinhas menores são Temnothorax escravizadas.

Uma colônia de Protomognathus ataca de 2 a 10 vizinhas por ano, causando um estrago considerável. As formigas escravas não podem voltar para o formigueiro de origem por dois motivos: elas não sabem de onde vieram, uma vez que são levadas antes de nascer, e mesmo se soubessem voltar, elas adquirem o cheiro do novo lar e não são mais reconhecidas pelas antigas companheiras. O cheiro é a linguagem mais falada pelas formigas.

O que as espécies atacadas podem fazer para se defender? A principal estratégia é resistir ao ataque das parasitas escravizadoras, o que é bem difícil, já que as atacantes são especialmente adaptadas a esse estilo de vida.

E por que as escravas simplesmete não se recusam a trabalhar? Se elas fizerem isso, as Protomognathus terão que atacar mais formigueiros para conseguir a mão-de-obra que precisam, e o estrago que causarão nas vítimas será muito maior. Uma vez capturadas, estão num beco sem saída.

Ou pelo menos era o que se imaginava...




Viva la Revolución!



Voltar para o antigo formigueiro não é mais uma opção. Trabalhar menos significa causar um prejuízo maior para a ex-colônia das escravas. Então o que fazer?


Negligência e Revolução!

Quando a espécie Temnothorax longispinosus é escravizada, suas operárias matam ou abandonam 2/3 das pupas fêmeas da parasita. - O ataque exclusivo às fêmeas tem um bom motivo. Nas formigas, o macho tem apenas o papel de reprodutor, ele possui asas e voa junto com a rainha para fecundá-la. A classe trabalha de fato no formigueiro, as operárias, é formada apenas por fêmeas. Com isso, quando as Temnothorax escravas atacam, matam somente as operárias de P. americanus que atacam outras colônias.





Elas preservam as pupas da sua própria espécie, que foram roubadas recentemente. Como todas as pupas têm o mesmo cheiro, o fator de distinção para que as escravas saibam quem atacar parece ser o tamanho. Como evidência disso, os machos da P. americaus são deixados de lado, uma vez que são menores e se parecem com as pupas de Temnothorax, e a taxa de sobrevivência deles é parecida com a de formigueiros não parasitados. As fêmeas escravistas, que são maiores, são identificadas como operárias da espécie parasita e são atacadas ou descartadas para fora da colônia em 66% dos casos. Entre as pupas de rainhas, que são muito maiores do que as outras, a mortalidade é ainda maior, 83,2%.

A morte das fêmeas da escravizadora ajudam a explicar o crescimento vagaroso do formigueiro, e mostram que nesta disputa, o hospedeiro encontrou o ponto fraco de seu parasita. Pelo menos por enquanto, já que correr mais neste jogo evolutivo não é garantia de se sair do lugar.

Formigas Escravizam Outras

Formigas Escravizam Outras, Mundo Animal, Acredite Se Quiser
Você sabia que existem formigas que escravizam outra?
Na África, na Ásia, na Europa e na América do Norte, é possível encontrar as chamadas formigas ”escravagistas”. Para que isso aconteça, um grupo de formigas operárias de uma colônia invade colônias de outras espécies, onde captura larvas, que são levadas para o ninho das formigas invasoras.


Alimentadas até virarem pupas (fase que não se alimentam, até virarem adultos), surgem os adultos, que nem notam que não pertencem á colônia onde estão e a mesma espécie. As formigas escravizadas fazem de tudo.
O hábito de algumas formigas escravizarem outras fascinou o naturalista inglês Charles Darwin, que tentou explicar como esse comportamento teria evoluido. No seu
famoso livro A origem das espécies, Darwin sugeriu que as colônias das espécies escravagistas, a princípio, invadiam outras colônias para capturar ovos, larvas ou pupas como presas, onde inicialmente, elas não eram transformadas em escravas, mas mortas, para servirem de alimentos.



Embora haja algumas discordâncias, a idéia de Darwin ainda é aceita. Atualmente, a maioria das relações entre formigas escravagistas e formigas escravizadas é considerada uma forma de parasitismo.

 

sábado, 21 de maio de 2011

Formigas como animal de estimação.

Ter formigas como animais de estimação pode parecer estranho, mas na verdade são excelentes opções para animais de contemplação. Por serem de baixa manutenção, custo e serem ativas, uma colónia de formigas é uma opção em conta.

 



 

- As formigas vivem sem a interferência dos humanos e não necessitam que lhes dedique muito tempo diário. A maior exigência prende-se com a comida. A alimentação não fica cara, pois as formigas são animais pequenos e por isso comem pouco, mas os alimentados colocados no formicarium necessitam de ser retirados se não forem comidos. Sobretudo se se tratar de alimentos facilmente perecíveis como é o caso da fruta, onde o bolor se cria facilmente. As formigas não necessitam de alimentação especial, comem de tudo desde insectos a vegetais e fruta.
Formigas e crianças

Cuidados
- Existem várias espécies de formigas, mas nenhuma deve ser manuseada. Algumas formigas podem picar ou morder, outras são mais pacíficas, mas todas são animais para observar e não tocar.
Características das colónias


  • Para formigas de climas tropicais, o formicarium tem de ter temperaturas e humidade mais elevadas do que aquelas que se fazem sentir no nosso clima. Isto é feito artificialmente através de aparelhos, tais como aquecedores.
  • Se forem de um clima semelhante àquele em que habitamos, não é necessário ter estas preocupações.
                                                                       

As formigas são animais muito activos e acabam por entreter mais do que peixes, répteis ou anfíbios. Para o dono é visível o trabalho das formigas e a extensão dos túneis que cavam aumenta todos os dias. Do ponto de vista da observação não há momentos mortos.


- As colónias de formigas são compostas por três grupos. A rainha é uma das formigas de maior porte, é ela que inicia a colónia, pondo ovos e dando origem aos indivíduos que a compõem. As formigas machos são os que fertilizam a rainha, morrendo de seguida. As fêmeas estéris fazem uma grande diversidade de trabalhos. O mais visível é a procura e recolha de alimentos. Mas também mantém a colónia limpa, podem assumir a tarefa de cuidar das formigas doentes ou feridas e até se podem tornar soldados para defender a colónia. Isto porque as colónias de formigas são sociedades fechadas que não permitem a entrada de formigas de outras colónias, mesmo que sejam da mesma espécie.

- Se optar por espécies de climas que diferem bastante do nosso, terá que adaptar o formicarium ao habitat das mesmas.


- Se optarmos por as ter como animais de estimação, devemos assegurar todas as condições para que vivam com qualidade.

- É necessário conhecer a espécie que decidir adquirir, as suas particularidades em termos de alimentação e substrato a usar na colónia, pois são animais sensíveis e há colónias que rejeitam a comida que lhes é oferecida, acabando por não sobreviver.


- Para as crianças uma colónia de formigas pode ser a opção ideal para primeiro animal de estimação. Como as formigas têm projectos constantes e a evolução dos túneis é visível, o estímulo para a observação é mais forte, e em termos educacionais, é uma óptima oportunidade para ensinar às crianças sobre sociedades, hierarquias e vida em comunidade.

Fonte; http://www.dragteam.info/forum/animais-de-estimacao/128010-formigas-como-animais-de-estimacao.html

domingo, 15 de maio de 2011

Nasce a primeira filha da Ectatomma

Finalmente nasce a primeira ectatomma!


Ela ficou uns três dias com a cabeça e antenas para fora do casulo até a mãe ajudar.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O Nascimento.

Durante uma observação notei algo se mexendo na pupa e olhando com mais atenção vi que era uma antena.


clique nas imagens para ampliar


A mamãe monta guarda e sempre esta por perto

 


Note que as presas também estão para fora


 
A mamãe


Ovo Preto

Fique esperando o nascimento mas demorou e acabei saindo sem presenciar o evento.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Agora vai!

Agora são 3 operárias/enfermeiras que estão auxiliando a rainha, com isso a alimentação das larvas melhora,  isso resultara em operárias maiores.


Pode até parecer mas não é uma aranha!



O trio cuidando das larvas



A Renilda não coleta mais, ela só espera na boca, isso que é vida de Rainha, rs
 ,


A última a nascer já é maior que as duas primeira

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Será que ela da conta?

video

A câmera fotografica estava descarregada e filmei com o celular mesmo, 
a coitada não sabe o que fazer, se corre ou ataca!
Vamos ver se ela vai dar conta!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Solução

     Estou com dificuldade para alimentar a ectatomma por diversos fatores;
1º Estou sem tempo para coletar insetos
2º Esta frio e não aparece inseto
3º Ela é exigente e não aceita qualquer inseto, principalmete predadores ou venenosos, tipo, abelha,         marimbondo e aranha,  esses até da para entender, deve ter veneno, feromonio ou algo assim.
     Coloquei um inseto que tinha ovos, eles se transformaram em larvar e ela não os comeu!  logo larva que deve ser bem nutritiva.
Enfim se você sabe como me ajudar esse é o momento, posta aqui e ficarei muito agradecido.Veja abaixo o que esta acontecendo.



Ela poe os ovos que evoluem até o último estágio de larva, porem não conseguem chegar até a fase de pupa.

de todas essas larvar somente uma atingiu o estágio de pula


segunda-feira, 2 de maio de 2011

Renilda com suas filhas

Como não nasce mais ninguem postarei de quem ja nasceu, agora estou só esperando as outras pupas eclodirem.



Tenho feito uma mistura que para as Camponotus esta funcionando , veja abaixo a receita


Clique na Imagem para ver a animação do gif


 Na verdade eu adiciono água, mel e wey o propolis ainda não experimentei